Capitulo 12

Pov.: Arthur
Estava no apartamento de Lua esperando ela terminar de se arrumar para irmos a tal festa. Vamos no meu carro, passando na casa da Sophia pra busca-la; Mica, Chay e Mel vão nos encontrar lá. Porque mulher tem que demorar tanto pra se arrumar hein? Já estava sentado naquele sofá esperando a uns bons minutos e nada, é tão simples pra um homem se arrumar quero dizer eu só coloquei uma calça Jens uma blusa branca e uma jaqueta, não é tão complicado assim é?! Já um pouco impaciente pelo atraso levanto-me do sofá e vou em direção ao seu quarto, bato na porta e escuto um “pode entrar”.
Nossa eu quase que perco o controle das minhas pernas quando entro naquele quarto, Lua estava sentada na cama colocando seu tamanco, e com um vestido preto que dava pra ver perfeitamente suas curvas, ela esta muito linda e bem sexy, queria tanto poder agarra-la agora mesmo.
– desculpa Arthur, já estou terminando – ela diz sem olhar pra mim.
– t-tudo bem! – sento na outra ponta da cama e fico olhando pra ela sem conseguir desviar os olhos um minuto se quer – que colar é esse? – pergunto onde até então ela estava concentrada em se arrumar, parou de frente pra mim segurando o colar em seu pescoço e olhando diretamente pra mim.
– meus pais me deram – diz apenas.
– mas você não é órfã? – pergunto achando estranho, se bem que quando tinha perguntado se sua família era daqui ela disse “era, sou órfã” talvez não fosse uma boa ideia tocar nesse assunto. Ela continuava me encarando e parecia que estava pensando em como responder.
– Arthur eu já tive pais, eu já tive uma família de verdade, mas eles falecerem quando ainda era criança, então tive que ir pra um orfanato – ela continuava me encarando seriamente. Ela deve ter aguentado uma barra e tanto, deve ter sido horrível perde os pais e ainda ir pra um orfanato.
– eu sinto muito Lua, eu não devia tocar nesse assunto – droga seu idiota. Levantei da cama e me aproximei dela.
– esta tudo bem Arthur – ela da um pequeno sorriso, mas ainda assim triste e olha pra sua mão que ainda segurava o colar.
– não esta não – percebo que ela parecia meio longe, como se estivesse lembrando de algo. Ela solta o colar e olha pra mim.
– um abraço ajuda – não penso nem duas vezes e vou abraça-la, sentindo seu cheiro e pegando em sua cintura. Ficamos assim por um tempo, onde por mim ficaríamos ainda mais, então fomos enfim buscar Sophia.
A festa era em uma boate, muita gente, varias luzes piscando e um DJ que parecia ser bom. Sentamos todos em uma mesa num local mais reservado. Eu estava com Mica do meu lado esquerdo e Mel do meu direito, Lua estava de frente pra mim conversando alguma coisa com o Chay.
– bacana aqui! – Mel fala olhando em volta – cadê seu amigo Sophia?
– não sei, acho que vou ir procurar ele, pra pelo menos dizer um oi né?!
– vou com você – Mica fala já levantando, Sophia olha pra ele e da de ombros. Vou pra perto de Lua ficando ao seu lado.
– esta se divertindo? – pergunto bebendo minha cerveja.
– mais ou menos, não estava muito afim de sair.
–hum entendo, mas porque você veio?
– a Sophia ficou no meu... – ela não terminou de falar e olhou pra trás, acompanhei seu olhar vendo um homem que tinha tocado em seu ombro.
– quer dançar? – o homem pergunta. QUER DANÇA? QUEM ESSE CARA PENSA QUE É? SERA QUE ELE NÃO VIU QUE EU ESTAVA CONVERSANDO COM ELA? QUAL É A DELE AFINAL AGENTE MAL CHEGOU. Lua pensa um pouco.
– hoje não, deixa pra próxima pode ser? – ela responde calmamente nem preciso dizer em como fiquei feliz ouvindo isso.
– claro, mas eu posso te pagar uma bebida? – esse cara não desiste? E o pior é que não posso fazer nada.
– pode – ela diz. PODE? Ahhhh que raiva. Ele pede uma bebida e senta do lado dela.
O tempo foi passando e aquele cara continuava lá sentado perto da minha Lua, eu nunca pensei que pudesse sentir tanto ciúmes na minha vida, principalmente quando ele falava alguma coisa bem pertinho dela e ela sorria, já não sabia se iria aguentar, Chay e Mica ficavam olhando pra mim como se pedisse calma e até com um pouco de pena, mas como ficar calmo? E se ele a beijasse.
– você esta bem Arthur? – Mel pergunta reparando na minha cara fechada.
– sim... quero dizer não muito, estou com uma dor de cabeça, acho que vou pra casa – respondo com a primeira desculpa que me vem a cabeça, só não queria ter que ficar mais nenhum minuto ali – você pode levar a Lua Mica?
– claro.
– não precisa Mica – ela diz, ah ótimo agora ela vai pra sei lá onde com esse cara – vou com você Arthur – o que? Serio? Ponto pra mim dei um sorriso no mesmo instante que ouvi isso. ela falou mais alguma coisa com o tal cara e levantou despedindo-se do pessoal.
Já no carro estávamos em silêncio, só ouvíamos o som do carro que estava ligado bem baixinho. Não aguentando mais comecei a perguntar.
– você ficou com aquele cara?
– o Pedro? Não. Arthur você estava do meu lado você viu que não fiquei – responde olhando pra frente.
– e porque você não ficou?– eu tinha que saber mais, saber se ela gostou do Pedro.
– sei lá não estava afim, só peguei o numero dele – ela olha pro lado – você quer mesmo falar disso?
– não, acho que não.
– como esta a cabeça?
– um pouco melhor – essa foi a ultima frase até chegarmos no prédio, normalmente eu sempre puxava assunto, gostava de conversa com ela , mas hoje eu estava... não sei explicar acho que com raiva e com ciúmes, mesmo não tendo acontecido nada entre ela e o Pedro a sensação de impotência era horrível, eu não podia fazer nada, ela não era MINHA, por mais que eu quisesse e só de pensar que ela pode esta com outro me machuca muito, será que estou perdendo tempo? . ela também ficou calada todo o resto do percurso até o prédio, talvez pensasse que estava calado porque estava com dor de cabeça.
– obrigado pela carona – Lua agradeceu já em frente ao seu apartamento.
– de nada – respondi com um sorriso de frente para o meu apartamento, ela sorriu pra mim também. droga como queria beija-la agora. Ela abriu a porta de seu apartamento e quando já estava entrando a chamei.
–Lua espera – cheguei perto dela.
– sim? – era agora ou nunca. Fique sem saber o que estava fazendo direito, tinha que tomar uma atitude, mas eu tinha tanto medo de perde sua amizade e estragar tudo.
– nada, boa noite – covarde. Ela acenou com a cabeça e antes de entrar totalmente no apartamento puxei seu braço a deixando de frente pra mim com o rosto bem perto do meu, sua expressão foi de duvida, acho que ela queria saber o que eu estava fazendo. Eu estava tão perto de seu rosto que podia sentir a sua respiração, meu coração estava batendo tão forte parecia que ia sair pela boca.
Pov.: Lua
Estava de frente pro Arthur, não estava entendendo era mais nada, o que ele estava fazendo afinal de contas? Estava querendo tanto tomar um banho e me deitar na minha cama, já não bastava ter que ir para aquela festa sem a menor vontade e lembrando de minuto em minuto dos meus pais, agora o Arthur estava dando uma de doido, eu poderia me soltar dele, mas queria que ele me soltasse. Vendo que ele ficou parado sem fazer absolutamente nada comecei a falar.
– o que você esta... – O mania que esse povo tem de não me deixar terminar uma frase.
Ele sorriu e de repente seus braços estavam me envolvendo, então ele se curvou para me beijar, tipo ME BEIJAR MESMO, foi chegando perto até tocar meus lábios. ok não sei o que me deu eu fui pega de surpresa, fiquei parada sem saber o que fazer, mas não por muito tempo, deslizei meus braços em direção aos seus ombros largos, me debruçando ainda mais sobre ele. O gosto dele era tão bom, sem falar no seu perfume. minhas unhas roçaram a pele de sua nuca o que o fez se arrepiar um pouco, mas espera o que esta vamos fazendo? O que EU estava fazendo? Era o Arthur, ele é meu amigo, eu não devia estar bem, com certeza devíamos ter bebido um pouco de mais. Parti o beijo o encarando, ficamos assim por um bom tempo sem dizer nada apenas nos olhando, nossas respirações estavam descompensadas.
– Lua eu... – ele ia começar a falar mas eu o cortei.
–esquece Arthur, tudo bem. Isso não devia ter acontecido e não vai acontecer de novo ok? Acho que estamos bêbados... é deve ser o álcool só pode, eu vou entrar, boa noite – falei rapidamente entrando sem esperar uma respostas. Afinal o que foi aquilo?
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