Capítulo 9 - Eu segurei minhas lágrimas, pois não queria demonstrar a emoção [...] eles dizem que impossível encontrar o amor sem perder a razão, mas pra quem tem pensamento forte o impossível é só questão de opinião e disso os loucos sabem. – Charlie Brown Jr.(Só os loucos sabem)
(1 mês depois...)
- ATENÇÃO, IREI ANUNCIAR A RAINHA E O REI DO BAILE. – Disse a professora Abigail.
- Já sei até quem é. – Disse eu para Sophia, namorada do meu irmão, sim o Rodrigo está namorando.
- Eu também sei Willan alguma coisa. – Disse Sophia rindo.
- Claro que é ela. – Disse eu rindo
- AGORA NÃO PREMIAREMOS PELO VOTO E SIM POR QUEM ESTÁ A MAIS BONITA E O MAIS BONITO NO BAILE. – Disse Abgail.
- Iiii Luinha, vai ser você. – Disse Thur me abraçando pela cintura e colocando a cabeça apoiada no meu ombro.
- Nem vem, Thur. Vai ser a Tetê – disse Rodrigo abraçando Sophia pela cintura e colocando a cabeça apoiada no ombro dela. Copiador barato.
- Lua. – Disse Abigail.
- Viu? Não disse que não seria você. – Disse Thur.
- Bobo. – Disse eu para Thur
- E O REI ÉÉÉÉ... Arthur. – Disse o professor Rui. Será que Mica irá dizer aquilo hoje? Tenho que ficar pronta para surpresas.
- E AGORA O CAPACHO – disse Rui e Abigail - MICAEL BORGES. – Eu, Thur, Rodrigo eSophia rimos juntos. Será que agora é o momento em que ele irá falar?
- Fica calma, Luinha. Daqui a pouco é a hora. – Disse Mica, quando passou por mim. Minha respiração chegou a ficar ofegante, arregalei os olhos e segurei forte na mão de Thur.
- Thur, tenho que te contar algo. – disse eu para ele. Essa era hora de contar.
- Está bem, vamos lá para fora então. – Disse ele segurando em minha mão e fomos lá para fora.
- Thur, eu... Eu sou adotada, eu matei meus pais e... – Eu tentava dizer.
- Luinha, eu já sei. Sei desde o dia que fui a sua casa, a Marrie me contou. – Disse ele, eu só arregalei os olhos e suspirei.
- Não tem problemas isso para você? – Disse eu meio preocupada.
- Não, nenhum. Pode ter sido um erro que você cometeu, mas você foi praticamente obrigada. E amor eu não ligo, eu te amo e para sempre vou te amar. Agora é minha vez de dizer. – Disse ele suspirando e mordendo os lábios.
- O que houve? – Disse eu
- Eu irei me mudar. – Disse ele.
- Quando? Daqui a meses né?! – Disse eu esperançosa.
- Não, daqui a um dia. Necessariamente amanhã. – Disse ele e abaixou a cabeça.
- Por que você não me disse antes? Eu... – Disse eu com a voz já chorosa.
- Eu te disse não sou bom com despedidas. – Disse ele.
- I wonder if someday I'll be good with goodbyes But I'll be ok if you come along with me. – Cantei o pedaço da música de Thur.
- É… bom, Luinha… Você quer vir comigo? – Disse ele.
- Não vai dar, eu ainda tenho minha família aqui, e ainda nem tenho 18 anos. Eu não posso abandoná-los agora Thur. – Disse eu cabisbaixa.
- É, eu já sabia. Então amanhã você passa a manhã e a tarde comigo? – Disse ele esperançoso.
- Passo e passo de hoje até amanhã se puder. – Disse eu.
- Claro que pode Luinha. – Disse ele sorrindo.
Saímos daquele baile, fomos para o parque, começamos a nos beijar como se amanhã não iria mais existir, brincamos no balanço, na gangorra, fomos criança naquele parque.
- Vamos lá para casa? – Disse ele sorrindo. – Meu pai não está em casa, e se ele chegar ele não incomoda.
- Safado. – Disse eu e bati no braço dele. – Mas, eu vou.
- AAAAH, você gosta desse safado. – Disse ele.
- Não, eu gosto do Thur romântico, bobo, criança, pervertido, compositor e acho que safado nas horas certas. – Disse eu.
- UOW! – Disse ele e me pegou no colo – Te amo, Luinha. – Disse ele sorrindo.
- Também te amo. – Disse eu e nos beijamos. Ele me colocou no chão e suspirou.
- O que você quis dizer com esse suspiro? – Disse eu.
- QUE VOCÊ É GORDAAAAAAAAAA! – Gritou ele e saiu correndo, eu fui atrás dele e caímos na grama, e nos beijamos.
- Vamos logo lá para casa, vai! – Disse ele implorando.
- Não sei o que você tanto espera... – Disse eu.
- Chata, gorda, boba que eu amo. – Disse ele, abriu a porta do carro para mim e eu entrei. Depois ele entrou, chegamos a casa dele em 15 minutos. Ele trancou o carro e me beijou na porta da casa dele. Ficou tentando abrir a porta de casa enquanto eu beijava o pescoço dele.
- Vem. – Disse ele, tacou as chaves em algum lugar da casa e já foi tirando o sapato com os pés, eu tirei meu sapato com meus pés e joguei em algum lugar da casa, e subimos até o quarto dele.

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