domingo, 26 de fevereiro de 2012

Meu Lugar é ao Lado Teu

          


Capítulo 9 - Eu segurei minhas lágrimas, pois não queria demonstrar a emoção [...] eles dizem que impossível encontrar o amor sem perder a razão, mas pra quem tem pensamento forte o impossível é só questão de opinião e disso os loucos sabem. – Charlie Brown Jr.(Só os loucos sabem)



(1 mês depois...)
 

- ATENÇÃO, IREI ANUNCIAR A RAINHA E O REI DO BAILE. – Disse a professora Abigail.
 

- Já sei até quem é. – Disse eu para
 Sophia, namorada do meu irmão, sim o Rodrigo está namorando. 

- Eu também sei Willan alguma coisa. – Disse
 Sophia rindo.

- Claro que é ela. – Disse eu rindo

- AGORA NÃO PREMIAREMOS PELO VOTO E SIM POR QUEM ESTÁ A MAIS BONITA E O MAIS BONITO NO BAILE. – Disse Abgail.
 

- Iiii
 Luinha, vai ser você. – Disse Thur me abraçando pela cintura e colocando a cabeça apoiada no meu ombro. 

- Nem vem,
 Thur. Vai ser a Tetê – disse Rodrigo abraçando Sophia pela cintura e colocando a cabeça apoiada no ombro dela. Copiador barato. 

- Lua. – Disse Abigail.

- Viu? Não disse que não seria você. – Disse
 Thur. 

- Bobo. – Disse eu para
 Thur

- E O REI ÉÉÉÉ... Arthur. – Disse o professor Rui. Será que
 Mica irá dizer aquilo hoje? Tenho que ficar pronta para surpresas. 

- E AGORA O CAPACHO – disse Rui e Abigail -
 MICAEL BORGES. – Eu, Thur, Rodrigo eSophia rimos juntos. Será que agora é o momento em que ele irá falar? 

- Fica calma,
 Luinha. Daqui a pouco é a hora. – Disse Mica, quando passou por mim. Minha respiração chegou a ficar ofegante, arregalei os olhos e segurei forte na mão de Thur. 

-
 Thur, tenho que te contar algo. – disse eu para ele. Essa era hora de contar. 

- Está bem, vamos lá para fora então. – Disse ele segurando em minha mão e fomos lá para fora.
 

-
 Thur, eu... Eu sou adotada, eu matei meus pais e... – Eu tentava dizer. 

-
 Luinha, eu já sei. Sei desde o dia que fui a sua casa, a Marrie me contou. – Disse ele, eu só arregalei os olhos e suspirei. 

- Não tem problemas isso para você? – Disse eu meio preocupada.
 

- Não, nenhum. Pode ter sido um erro que você cometeu, mas você foi praticamente obrigada. E amor eu não ligo, eu te amo e para sempre vou te amar. Agora é minha vez de dizer. – Disse ele suspirando e mordendo os lábios.
 

- O que houve? – Disse eu

- Eu irei me mudar. – Disse ele.

- Quando? Daqui a meses né?! – Disse eu esperançosa.

- Não, daqui a um dia. Necessariamente amanhã. – Disse ele e abaixou a cabeça.
 

- Por que você não me disse antes? Eu... – Disse eu com a voz já chorosa.
 

- Eu te disse não sou bom com despedidas. – Disse ele.
 

- I wonder if someday I'll be good with goodbyes But I'll be ok if you come along with me. – Cantei o pedaço da música de
 Thur.

- É… bom,
 Luinha… Você quer vir comigo? – Disse ele.

- Não vai dar, eu ainda tenho minha família aqui, e ainda nem tenho 18 anos. Eu não posso abandoná-los agora
 Thur. – Disse eu cabisbaixa. 

- É, eu já sabia. Então amanhã você passa a manhã e a tarde comigo? – Disse ele esperançoso.
 

- Passo e passo de hoje até amanhã se puder. – Disse eu.
 

- Claro que pode
 Luinha. – Disse ele sorrindo. 

Saímos daquele baile, fomos para o parque, começamos a nos beijar como se amanhã não iria mais existir, brincamos no balanço, na gangorra, fomos criança naquele parque.
 

- Vamos lá para casa? – Disse ele sorrindo. – Meu pai não está em casa, e se ele chegar ele não incomoda.
 

- Safado. – Disse eu e bati no braço dele. – Mas, eu vou.
 

- AAAAH, você gosta desse safado. – Disse ele.
 

- Não, eu gosto do
 Thur romântico, bobo, criança, pervertido, compositor e acho que safado nas horas certas. – Disse eu. 

- UOW! – Disse ele e me pegou no colo – Te amo,
 Luinha. – Disse ele sorrindo. 

- Também te amo. – Disse eu e nos beijamos. Ele me colocou no chão e suspirou.
 

- O que você quis dizer com esse suspiro? – Disse eu.
 

- QUE VOCÊ É GORDAAAAAAAAAA! – Gritou ele e saiu correndo, eu fui atrás dele e caímos na grama, e nos beijamos.
 

- Vamos logo lá para casa, vai! – Disse ele implorando.
 

- Não sei o que você tanto espera... – Disse eu.

- Chata, gorda, boba que eu amo. – Disse ele, abriu a porta do carro para mim e eu entrei. Depois ele entrou, chegamos a casa dele em 15 minutos. Ele trancou o carro e me beijou na porta da casa dele. Ficou tentando abrir a porta de casa enquanto eu beijava o pescoço dele.

- Vem. – Disse ele, tacou as chaves em algum lugar da casa e já foi tirando o sapato com os pés, eu tirei meu sapato com meus pés e joguei em algum lugar da casa, e subimos até o quarto dele.
 


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Antes de comentar saiba que:
- Comentários contendo apenas divulgação, sem nenhuma opinião sobre o assunto do post serão deletados;
- Comentários contendo apenas "Oi, segue meu blog" também serão deletados;
- Não custa nada ler pelo menos uma parte do post antes de comentar!