domingo, 11 de março de 2012

Sentimentos Elevados


Capítulo 4
A Partida
Não adianta o quanto todos falavam eu era persistente, cada segundo que passava só me fazia ficar mas com vontade ainda de me arriscar , eu a prometi que iria fazer o meu possível e impossível para ajudá-la. E eu não vou desistir todos querendo ou não eu vou. – por Chay.
Passaram-se os dias e finalmente já estava tudo pronto.
*Olhei no Calendário já era a Grande Terça-Feira e minha mãe havia saido.
*Peguei o celular e liguei para a Alice.
– Alô – eu disse.
– Oi, aqui é o Franco. – disse ele.
– Sr.Franco deixa eu falar com a Alice ai por favor é urgente. – eu disse.
– Ela está fraquinha é melhor não, mas já que você está dizendo que é urgente. – disse ele.
– Oi Chay. – ela disse com a voz fraquinha.
– Alice que Saudade, olha eu tenho uma novidade. – disse ele.
– ãn, como assim? – ela disse com a voz rouca e fraca ainda.
– Eu conseguir me inscrever ne um concurso de musica – Eu disse.
– Que bom você sempre gostou né? – ela disse toda zonza, parecia que eu estava sentindo.
– Não, mas não é isso. Eu conseguir um concurso de musica, que a recompensa é de R$ 20.000 que é na Bolívia e com todo esse dinheiro eu vou poder pagar seu tratamento, e você vai ficar boa novamente, e vou poder ver seu sorriso como era antigamente. – disse com os olhos cheios de lagrimas.
– O que? Na Bolívia, você está louco garoto? – ela disse forçando a voz e tossindo.
– Não, eu tenho um dinheiro guardado e dar pra eu ir e voltar. – eu falei contente.
– Não faça isso, e se você não conseguir, o que vai fazer? – disse ela.
– Não se preocupe comigo, confie em mim. – eu falei.
– Agora preciso ir. – eu a lhe disse, e desliguei.
Tudo parecia está normal, mas na minha cabeça estava uma confusão. Já era 13hr22mim peguei minhas coisas e sai de fininho.
*Chegando ao aeroporto, estava tudo tão calmo, sentei e esperei meu vôo que era às 14h00min.
* Olhando pro lado, olhando pro outro, numa ansiedade, não conseguia ficar quieto .
De repente eu vejo uma moça, que me faz lembrar minha mãe, eu olho fixamente, e ela está vindo a minha direção, mas não era só lembrava, era ela mesma.
– O que está fazendo aqui? – pergunto a ela.
– Eu vim te buscar meu filho. – responde ela.
– Eu não vou mãe, e como sabia que eu ia agora? – perguntei a ela confuso.
– Eu vi a passagem na sua gaveta de cueca – ela disse sorrindo irônico.
– Ahh! Essa não vale, a senhora sempre sabe que escondo tudo lá. – respondi, sendo sarcástico.
– Mas chega, vamos voltar agora. – disse ela com firmeza.
– Não, eu não vou mãe, tente-me entender vai? – eu respondi.
– Eu entendo filho, mas eu estou com medo de acontecer algo contigo. – disse minha mãe.
– Confie em mim mãe eu vou ficar bem – digo afirmando e segurando sua mão.
– Está bem então, vai lá filho eu confio em você! – minha mãe diz alegre, beijando minha testa.

“O vôo para Bolívia, está partindo. Por favor, passageiros procurem seus acentos, Obrigada “ - diz a aero-moça.
* Chegou à hora, e lá fui eu com aquele sorriso no rosto e com a cabeça erguida.

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